sábado, 27 de março de 2010

Esportes de brasileiros...Brasil...il...il...il


Hoje vendo o SporTV News me deparei com a cobertura de esportes tipicamente brasileiros: corrida aérea, motonáutica e curling. Adoro ciclismo e tive que ficar na Internet assistindo uma transmissão do Criterium International na Córsega porque não foi transmitido hoje. Aguentar a transmissão em russo poderia ser pior se tivesse que ficar ouvindo os comentaristas falar besteiras. Mas isso porque temos muito menos ciclistas que competidores de motonaútica, aviadores ou praticantes de curling. Se o Brasil é o país dos paradoxos, na cobertura esportiva isso é levado ao extremo.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Besteiras congeladas


Assistir aos Jogos Olímpicos é ótimo, mesmo o de Inverno que é algo estranho para nós e sempre o será. As imagens são fantásticas, os atletas estão no auge e a organização sensacional. Agora a cobrtura...Hum. É um festival de bobagens que se apresenta, mesmo com a ajuda dos "universitários" campeões brasileiros. Gostaria de saber contra quantos esportistas cada um desses competiu. As opiniões sobre os favoritos quase sempre incluem os americanos, talvez porque os "press releases" a que eles recorrem sejam americanos. São mesmo esportes estranhos para nós e não será diferente por muito tempo. Mesmo Chile e Argentina que têm estações de esqui não têm muitos competidores. E as sugestões de popularização do esporte no Brasil que inclui um pedido de consrução de pista de Ludge, Skeleton e Bobsledge. Só fico pensando como manter essa pista. Acho que deveria ser construída no Sul de Minas. Pelo menos lá teria muita manteiga para passar na pista no lugar do gelo.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Prêmio Feminino do COB




A nossa imprensa esportiva não consegue palpitar direito quando o assunto não é futebol. Houve uma grande polêmica em relação à entrega do Prêmio do COB à melhor atleta de 2009. Em relação à escolha pelo voto popular e viciado pela internet não tenho o que comentar. Só a lamentar. Lamento, também, que justifiquem com desconhecimento de causa. A candidata derrotada, a paulista Poliana Okimoto, teve um ano incrível vencendo as etapas da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas (10 km) de Sharjah (UAE), Shantou (CHN), Dubai (UAE), Chun An (CHN), New York (USA), Copenhagen (DEN), Annecy (FRA) foi segunda em Varna (BUL) e não nadou Lac St. Jean (CAN). Nas Etapas da Copa do Mundo foi absoluta. Mas o que a nossa imprensa não pondera é que existe uma diferença entre Copas do Mundo e Campeonatos Mundiais, esses úlimos, em geral, realizados a cada 2 ou 4 anos com muito mais prestígio. O nosso Cesar Cielo reinou no Campeonanto Mundial de Roma nas provas de velocidade e foi agraciado com o prêmio do COB, com toda justiça. A Poliana foi 7ª no Mundial de Roma. O que os nossos jornalistas esportivos não entendem é que os atletas "miram" uma competição e planejam o pico nela. As etapas de Copa do Mundo premiam a rugularidade, mas é menos prestigosa por ter menos atletas (na etapa de Varna da Bulgária só tinham 6 no feminino) e por ter uma performance menos planejada. A Sarah Menezes foi Campeã Mundial Júnior (Bicampeonato). No judô também tem etapas de Copa do Mundo e Mundiais. Além disso ainda tem torneios de prestígio intermediário como a Copa de Paris, Copa Jigoro Kano e Grand Slams, onde ela também foi bem. A Natalia Falavigna foi ouro nas Universíades, de acesso bem mais restrito que copas do mundo e mundiais. Não obstante a campanha realizada pelo Governo do Piauí em favor da judoca, acho que a premiação acabou sendo justa pelo peso dos resultados. Lamento, também, que tenham entrado na "pilha" dos jornalistas a própria Poliana e o Cesar Cielo. O senhor Juca Kfouri e outros tendenciosos da CBN deveriam parar de desmerecer a conquista da Sarah e ressaltar o fato de termos atletas brigando em alto nível mundial.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

REINALDO AZEVEDO

O palpiteiro de hoje é o Reinaldo Azevedo. Em entrevista no Jô ele se inflamou em um discurso contrário à visita do Presidente do Irã ao Brasil. E citou uma série de ofensas aos direitos humanos praticadas naquele país. Mas continuou acusando o Presidente do Irã de financiar o Hezbolah e o terrorismo palestino. Isso é como pegar Nota Fiscal de corrupção...Palpite. Um bom jornalista não vive de palpites.Vive de fatos e evidências. Não sou jornalista mas sou engenheiro e cientista. E diante das eviendências, estaria a antipatia relacionada com o fato de ser da Veja, oposicionista?